Núcleo de Pesquisa Hannah Arendt

 
     
 

O Núcleo de Pesquisa Hannah Arendt, o qual é vinculado à Universidade Federal do Piauí, se caracteriza por congregar professores e alunos para desenvolver estudos e pesquisas voltadas para a reflexão crítica acerca das estruturas fundantes de nossas vivências políticas, procurando relacionar os fenômenos concretos de fundação, manutenção e perecimento de corpos políticos com os apontamentos de teóricos que procuraram lançar luz sobre essa temática, a exemplo de Hannah Arendt, e de autores que esta autora dialoga, tais como Aristóteles, Cícero, Maquiavel, Jaspers, Husserl e Heidegger, bem como autores que, de maneira velada ou explícita, se aproximam das temáticas abordadas por Arendt, como Michel Foucault e Giorgio Agamben.

Grupo de Pesquisa

QUEM SOMOS

O Núcleo de Pesquisa Hannah Arendt (NUPHA) está vinculado a umas das áreas do Programa de Mestrado em Filosofia da Universidade Federal do Piauí, “Filosofia Política”, dentro da linha de pesquisa de “Filosofia Prática”. A área de estudos a qual o presente Núcleo de Pesquisa está vinculado possui um grande número de pesquisadores, docentes e discentes do Mestrado de Filosofia que estão agregados a ela, o que ratifica a importância da criação desse núcleo, pois os temas relacionados ao pensamento de Hannah Arendt vem despertado o interesse crescente dos estudantes de graduação na área de Filosofia e Ciências Sociais, Direito, História, Sociologia, e Geografia.

No Mestrado do referido Programa, tem ampliado o número de discentes que têm se integrado às pesquisas na área da filosofia política, a qual o pensamento arendtiano aparece como um dos mais fecundos na contemporaneidade. É que as constantes transformações do cenário político, tanto no âmbito nacional quanto internacional, nos colocam diante da necessidade urgente de pensarmos acerca das estruturas constitutivas das nossas esferas públicas, bem como analisar quais são os riscos que os estados de exceção, a exemplo do totalitário, ameaçam a saúde desses corpos políticos, como o foi o golpe de 64, a partir do qual se instaurou um regime de exceção que perdurou durante vinte e quatro anos em solo brasileiro.

Trata-se, pois, de um Núcleo de Pesquisa que visa congregar professores e alunos para desenvolver estudos e pesquisas voltadas para a reflexão crítica acerca das estruturas fundantes de nossas vivências políticas, procurando relacionar os fenômenos concretos de fundação, manutenção e perecimento de corpos políticos com os apontamentos de teóricos que procuraram lançar luz sobre essa temática, a exemplo de Hannah Arendt, e de autores que esta autora dialoga, tais como Aristóteles, Cícero, Maquiavel, Jaspers, Russel e Heidegger, bem como autores que, de maneira velada ou explícita, se aproximam das temáticas abordadas por Arendt, como Michel Foucault e Giorgio Agamben.